Ele passou o celular para Carlos: “Ainda está na linha…”
Carlos franziu a testa e levou o celular de volta para seu escritório.
Paulo perguntou: “Há algum problema? Você não atendeu o telefone”.
“Não!”
“… Bom, então. Eu só queria verificar novamente sobre a cerimônia dos ancestrais de hoje. Você não tem nenhum problema com o Miro, tem?”
Carlos apertou a testa, irritado, ele também não tinha certeza se havia algum problema com Miro!
Sua mente estava longe da cerimônia em homenagem aos ancestrais!
“Se você não disser nada, vou entender que você concorda. Honrar os ancestrais é importante, você e Miro são as figuras centrais da família agora e no futuro, não se atrase, seja pontual.”
“Entendi.”
Carlos respondeu friamente e desligou o telefone.
Ele jogou o celular para Bruno e acendeu um cigarro.
Bruno guardou o telefone e tentou aconselhá-lo cuidadosamente,
“Miro e a cerimônia para honrar os ancestrais são o foco de hoje. Deixe o assunto do homem misterioso para depois. Assim que tivermos notícias dele, eu o informarei imediatamente. A questão da vigilância também está sendo tratada com urgência.”
Carlos deu uma tragada profunda em seu cigarro: “Você viu aquele gato?”
“Sim, foi morto por alguém que torceu seu pescoço vivo. É alguém cruel.”
A expressão de Carlos ficou ainda mais sombria. Um homem cruel aparecendo de repente embaixo do seu prédio, ainda sorrindo para a janela do Miro, não era um bom sinal!
“Use qualquer método, mas temos que encontrá-lo!”
“Eu sei. E tem outra coisa, a Srta. Paz disse que quer ir conosco ao cemitério. Se ela for, não vai descobrir quem você é?”
Carlos respondeu friamente: “Ela não vai saber”.
“Ah? Por quê?”
“Ela é lerda! Ela não tem QI para isso!”
Bruno “…”
Carolina, de fato, era exatamente como Carlos havia dito.
Ela os seguiu até o cemitério particular da família Belo, mas ainda não havia descoberto a identidade de Carlos.
Durante todo o caminho, ela estava nervosa, preocupada que Carlos descobrisse Laín.
Mas quando ela chegou ao cemitério, sua atenção foi desviada.
Na entrada do cemitério, havia um grande monumento de pedra de vários metros de altura, com as palavras “Família Grupo Belo” – gravadas em letras grandes. Carolina, sentada no carro, olhava através da janela para o monumento e para o dragão esculpido nele, comentou,
“Que família influente! Ei, sua família teve algum grande personagem?”
Carlos apertou os lábios sem responder, desprezando sua falta de inteligência.
Em toda a Cidade de Pão, além da rica família Belo capaz de possuir tal terreno como cemitério privado, quem mais poderia ser?
E esse grande símbolo ‘Belo’, quantas famílias ricas e poderosas como a Belo existem na Cidade do Pão?
Qualquer pessoa com um mínimo de inteligência poderia imaginar, exceto ela.
Com esse nível de inteligência, é um milagre que ela tenha crescido tanto!
Bruno, dirigindo, não pôde deixar de torcer a boca também, assim como Carlos havia dito, Carolina nem suspeitava de sua identidade!
Tão óbvio… Realmente, sua inteligência era preocupante.
Laín também olhou para sua mãe, sem saber como continuar a conversa.
O carro continuou subindo a montanha, cercado por árvores raras.
Raras significa escassas, e escassas significa valiosas.
Uma árvore valiosa custa pelo menos dezenas de milhares, e as mais caras podem chegar a centenas de milhares ou até milhões. Com todas essas espécies valiosas cobrindo a montanha, é difícil imaginar quanto custa!
Além disso, cada árvore estava decorada com fitas vermelhas e placas de bênçãos, criando um forte senso de ritual.
Chegando à meia-encosta, havia um grande estacionamento construído, pois não havia mais estrada para carros, era necessário estacionar ali.
A partir dali, a subida era a pé.
E o cemitério da Família Belo estava localizado no topo da montanha.
Todos da família Belo já haviam chegado, preenchendo o estacionamento com vários carros de luxo.
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