Na sexta-feira à tarde, Carlos a levou ao supermercado para fazer compras e, no caminho de volta, foram atacados!Primeiro foram seguidos, e depois que Carlos conseguiu despistá-los, imediatamente outro tentou bater na traseira do carro deles.Quando a tentativa de colisão falhou, apareceram dois veículos, um de cada lado, tentando prensá-los juntos.Carlos acelerou o carro até 180 km/h, manobrando entre o tráfego intenso com uma destreza que lembrava as cenas de velocidade e paixão, conseguindo assim se livrar dos perseguidores.No entanto, assim que subiram a ponte, outros três veículos surgiram: um à direita, um à frente e outro atrás.Os três veículos tentaram espremê-los, com a intenção de jogá-los para fora da ponte!Felizmente, Carlos é um bom motorista e seu carro pode suportar a colisão. Quando o carro da direita bateu neles, ele pressionou o acelerador até o fundo, batendo na traseira do carro à frente, empurrando- o para frente de forma forçada.Como resultado, o veículo à direita acabou batendo no vazio e caiu da ponte!Carolina, sentada no banco do passageiro, assistiu horrorizada enquanto o carro caía!A ponte estava a dezenas de metros acima do lago, e as chances de sobrevivência para os ocupantes do carro eram mínimas!Ela nem chegou a gritar, simplesmente desmaiou de pavor.Antes de perder a consciência completamente, ela ainda pôde ouvir Carlos gritando com desespero,”Carolina! Carolina”Quando Carolina acordou, já estava no hospital.Carlos estava sentado ao seu lado, segurando sua mão com firmeza, vigiando-a.Ao vê-la acordar, um vislumbre de luz finalmente apareceu em seus olhos vermelhos cor de sangue que estavam sobre ela, e ele perguntou ansiosamente,”Acordou? Como você está se sentindo agora? Tem alguma dor? Está com sede? Com fome? Alguma parte do corpo dói?”Sua voz era suave, como se tivesse medo de assustá-la.Carolina olhou para ele atordoada, ele ainda estava usando as roupas que tinha usado antes do acidente, seu rosto estava machucado, cabelo um pouco desarrumado, olhos vermelhos e rosto abatido, até a barba por fazer era visível.Carolina, com o coração apertado, levantou a mão para tocar seu rosto, “Você se machucou.”Carlos colocou a palma da mão sobre a dela, pressionando-a contra seu rosto,”Eu estou bem, só um pouco machucado aqui, mas nada sério. E você? Como você está se sentindo?””Eu também estou bem, só um pouco fraca.””Vou chamar Nathan Castro.” Carlos se levantou, pronto para sair e chamar alguém.Carolina segurou o pulso dele, impedindo-o de ir.Carlos sentou-se novamente, olhando-a com carinho, “O que foi?””Não precisa chamar o Dr. Castro,eu mesma sou médica, sei avaliarlea,meu próprio estado. Elesstado. Eles pegaramaquelas pessoas? Sabem por que fomos atacados?” Conteúdoatualizado primeiro Carlos franziu a testa, hesitante por um momento antes de responder,”Não se preocupe com isso, eu vou cuidar de tudo.”Carolina insistiu, “E sobre o carro que caiu da ponte, os passageiros sobreviveram?””Hum, sobreviveu um.””Sobreviveu um?”Carlos foi sincero: “Havia duas pessoas no carro, o motorista morreu, mas o outro sobreviveu.”Carolina franziu a testa, claramente preocupada, “Isso se tornou um caso de vida ou morte!”Carlos estava prestes a dizer algo quando Carolina perguntou novamente: “Alguma ideia de por que eles nos atacaram?” “Ainda não, está sendo investigado.””Quem está investigando? Você ou a polícia?”Carlos: “.”Carolina olhou para ele com a testa franzida, “Você chamou a polícia?”Carlos permaneceu em silêncio, eCarolina ficou ainda mais agitada,al”Com um incidente tão grave a umpolícia com certeza se envolveria na com investigação. Você deliberadamente os dispensou para não interferirem?” Carlos permaneceu carrancudo e em silêncio.Carolina ficou ainda mais exaltada, “Por quê? Você pode me dizer por quê?”Eles estavam juntos há algumtempo, e ela percebeu que Carlostinhade deTha uma maneira de lidar comproblemas: sempre resolvendosozinho, sem envolver a polícia.
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